NÃO QUEREM QUE VOCÊ SAIBA: O BEBÊ É TORTURADO!
Ana Campagnolo
Você sabia que um dos procedimentos utilizados para o aborto é proibido até mesmo na eutanásia de animais e execução de estupradores condenados à morte? O motivo: seria caracterizado como tortura, devido ao grande sofrimento causado.
A assistolia fetal, que consiste em aplicar uma injeção com altas doses de cloreto de potássio no coração do nascituro, provavelmente, foi o método utilizado para sacrificar o bebezinho com 7 meses de gestação vitimado no caso investigado pela CPI do Aborto.
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Felizmente, toda a nossa mobilização em defesa da vida tem dado frutos: neste mês, o Conselho Federal de Medicina proibiu essa prática no Brasil.
No dia 10 de abril, subi à tribuna para comemorar essa importante decisão, mas fui impedida de utilizar um vídeo explicativo sob a justificativa de que seria muito “chocante”.
Na mesma semana, feministas se reuniram em um evento na Alesc, promovendo uma “performance” em apologia à “legalização” do crime desumano que é o assassinato intrauterino.
Fica o questionamento: o que é realmente “chocante”? Uma deputada mulher denunciar no plenário a barbárie dessa prática nefasta, ou a casa legislativa do estado mais conservador do Brasil servir de palco para militantes estimularem abertamente o assassinato de bebês?











