UMA VAGINA DE 33 METROS A CÉU ABERTO


Ana Campagnolo

6.937 visualizações

Leia os detalhes desse caso no meu livro “A Hidra Feminista” (p. 205).

Em 4 de agosto de 2020, um projeto de lei feminista foi aprovado em plenário por maioria, em votação não nominal, e deu origem à Lei 17.995. O texto foi vetado pelo governador do Estado, mas o veto acabou derrubado pela maioria da Assembleia, com apenas dois votos contrários: o meu e o de mais um colega.

Mostrar mais

Na justificativa do novo PL 262/21, é possível ler que, depois que a Lei 17.995 entrou em vigor, os exames necessários para comprovar casos de abuso e pedofilia não estavam sendo realizados no prazo adequado, prejudicando a persecução penal. A insuficiência no número de médicas deixava meninas e adolescentes sem o atendimento necessário.

Ou seja: a proposta feminista acabou prejudicando investigações policiais e favorecendo a impunidade de estupradores.

Os parlamentares foram reiterada e oficialmente alertados sobre esses problemas durante a discussão do projeto. Ainda assim, os avisos não foram suficientes. É justamente um dos argumentos que apresento em “A Hidra Feminista”: quando determinadas pautas chegam aos círculos políticos, muitas vezes já estão ideologicamente blindadas contra qualquer debate ou contraditório.

Meu partido só conseguiu reverter essa situação anos depois, com uma nova lei.

É com esse histórico de luta e convicção que me dirijo aos homens catarinenses, às esposas e às mães de meninos. Fui a única deputada a apresentar projetos voltados à promoção do bem-estar e à proteção dos homens sem deixar de investir na saúde e na segurança das mulheres.

Em oito anos, jamais me curvei à militância feminista. Defendi todos os membros da família com o mesmo respeito: pais, mães, jovens, crianças e até o nascituro.

Para deputada estadual, vote 2️⃣2️⃣2️⃣2️⃣2️⃣.

Vídeos relacionados

Grupo de marcas

The Christian PostChristian TodayBible PortalBreatheCastGoodNewsLineEdifiVide Press