FEMINISMO E A CRISE IMIGRATÓRIA NA EUROPA.


Ana Campagnolo

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O portal The European Conservative partilhou informações sobre o aumento da violência sexual na UE, correlacionando dados oficiais ao impacto da imigração em massa de regiões com valores culturais radicalmente distintos dos europeus, o que tem desafiado a segurança e a coesão social no continente.}

Segundo a Agência da UE para os Direitos Fundamentais, cerca de 1 em cada 10 mulheres da UE sofreu violência sexual desde os 15 anos, e isso não se explica apenas por maior conscientização e denúncia.

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Na Espanha, os relatos cresceram junto com a imigração. Em 2021, foram 15.845 denúncias de crimes sexuais (8% a mais que em 2020). Segundo o Ministério do Interior, cerca de 15% dos agressores eram estrangeiros — Marrocos (25%) e Romênia (15%) à frente. Apesar da retórica do Ministério da Igualdade e dos bilhões investidos em "igualdade de gênero", 2024 fechou com recorde de 5.258 agressões e estupros e 47 mulheres assassinadas.

Na Itália, o Istat registrou 4.886 estupros em 2020 (+5%), com 30% dos agressores imigrantes, sobretudo da Romênia, Marrocos e Nigéria. Na França, 25% dos agressores são estrangeiros, predominando Argélia, Marrocos e Tunísia, segundo o Ministério do Interior; em 2022, alta de 15%. A Bélgica teve 5.000 denúncias em 2021, com 20% dos agressores estrangeiros. A Alemanha, atingida pela crise migratória de 2015, somou 11.500 estupros em 2022, com alarmantes 40% dos agressores de origem síria, afegã ou iraquiana.

No Reino Unido, o escândalo de Rotherham — onde ao menos 1.400 meninas foram abusadas por grupos organizados de origem paquistanesa, curda e kosovar entre 1997 e 2013 — expôs a inação das autoridades por medo de acusações de racismo. Em 2022, foram 70.000 denúncias de estupro (191 por dia), 25% a mais que em 2021.

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