VI MINHA MÃE ATIRAR - EU TINHA SÓ 9 ANOS ! MAYDA ALMEIDA #MAISFORTEPODCAST
Neste corte, a pastora Mayda Almeida compartilha um testemunho marcante sobre sua infância difícil e o poder transformador de Deus em meio ao sofrimento. Ela relata que a mágoa que sentia do pai era tão intensa que, ao falar dele, seu corpo reagia como se tivesse uma alergia. A dor emocional era tão profunda que se manifestava fisicamente.
Na casa onde viviam, ninguém suportava a presença do pai devido à sua violência. Os irmãos da pastora fugiam de casa assim que completavam 13 ou 14 anos. Ele era extremamente agressivo, especialmente com a mãe. Em uma noite, após um comício em uma cidade próxima à fazenda onde moravam, ambos beberam álcool. Na volta para casa, o pai começou a agredir a mãe, que, em legítima defesa, pegou a arma dele e atirou. Mayda e seu irmão presenciaram tudo.
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Quando questionada sobre o que sentiu naquele momento, a pastora responde com franqueza: alívio. Ela tinha apenas nove anos, e seu irmão mais velho, onze. A mãe, desesperada, correu para buscar ajuda em uma fazenda vizinha. Eles combinaram uma história para proteger a mãe, mas a verdade veio à tona, e ela foi presa. No velório do pai, Mayda e o irmão não choraram, e a mãe apareceu algemada, confirmando que estava detida.
Os patrões do pai, que admiravam a mãe pelo seu trabalho duro, pagaram sua fiança. Ela havia sofrido anos de abuso, inclusive sendo humilhada quando o pai trouxe outra mulher para casa após ela quebrar o braço em um acidente. Com a venda de algumas vacas, a família comprou uma casa em uma cidade chamada Novo Brasil, mas os problemas continuaram. A mãe, traumatizada, tornou-se alcoólatra, e as crianças passaram fome. O irmão vendia picolés para comprar arroz em pequenas quantidades, e chegaram a comer mandioca roubada do vizinho para sobreviver.
A pastora enfatiza como o álcool abriu portas espirituais negativas na vida da mãe, levando-a a um estado de miséria e possessão demoníaca. A família estava completamente desamparada, sem apoio de parentes. Em meio a essa dor,











