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Karina Bacchi
Neste corte a Pastora Lurdinha compartilha parte de seu testemunho. Aos doze anos, entendeu que seria melhor ir para Peruíbe. Antes, passou pela casa de uma tia, que era mãe de santo, cuja família hoje está se convertendo. Foi a única casa onde ela e seu irmão não sofreram, diferentemente de outros parentes. Ela louva a Deus por aquele refúgio.
Em Peruíbe, mantinham-se com o pouco que a mãe enviava. Às vezes faltava material escolar ou mistura, mas o básico, como arroz e feijão, nunca faltou. Começou a surfar, vendo no esporte uma válvula de escape, graças a Deus.
Seu pai, usuário de drogas, voltou de Portugal e ficou um tempo com eles, mas ainda estava envolvido com coisas erradas. A primeira vez que viu cocaína foi na sala de sua casa. Ela tinha aversão às drogas, decidindo que nunca usaria, pois via os estragos em sua família.
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Porém, a Bíblia adverte que as más companhias corrompem os bons costumes, e ela acabou experimentando drogas aos dezoito anos, já no Japão. Aos quinze, uma tia a levou para o Japão. Ela chegou sozinha, com o sonho de reencontrar a mãe e restaurar a família. Sua mãe, porém, já não tinha o mesmo desejo de viver em família.
Ela se esforçou, estudou japonês e conseguiu ficar. Mesmo cercada por um ambiente difícil, com familiares envolvidos com a noite, ela se manteve firme, surfando e ganhando campeonatos.
Aos dezesseis anos, descobriu que sua mãe tinha uma grande dívida. Uma amiga da mãe a convidou para trabalhar em um clube como hostess. Aceitou para ajudar, mas o ganho era pouco. A prostituição começou quando um homem japonês a convidou para viajar, oferecendo o valor que ela precisava para quitar a dívida. Assim teve início aquele capítulo difícil de sua vida.
▶ Assista o episódio completo: https://youtu.be/m6VQdEPPBGg
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Apresentadora: https://www.instagram.com/karinabacchi/
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