QUEREM "DESCONSTRUIR" ATÉ A MÃE!
Ana Campagnolo
Em discurso na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, denunciei a nova Caderneta Brasileira da Gestante, distribuída pelo Ministério da Saúde, que substitui a palavra mãe por expressões como “pessoa que gesta” e “pessoas gestantes”. Essa mudança não é apenas uma escolha técnica de linguagem. É uma tentativa ideológica de esvaziar o conceito de mulher, de maternidade e da própria realidade biológica.
Também destaquei a urgência do meu Projeto de Lei 86/2024, conhecido como “O que é uma mulher”, que busca definir, no ordenamento jurídico catarinense, os conceitos de homem e mulher a partir da realidade biológica. Quando o governo federal transforma uma cartilha de saúde pública em instrumento de ideologia, fica ainda mais evidente por que esse projeto precisa avançar.
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Além disso, critiquei a forma como a cartilha apresenta o aborto legal e, ao mesmo tempo, omite alternativas como a adoção e a entrega legal. Políticas públicas voltadas às gestantes devem proteger a maternidade, a vida do bebê e a dignidade da mulher, não submeter a saúde pública a agendas ideológicas.











