PECADO GRANDE, ARREPENDIMENTO MAIOR AINDA ! PASTORA SARAH SHEEVA #MAISFORTEPODCAST
Neste corte, a pastora Sarah Sheeva compartilha um ensinamento baseado na Bíblia, abordando a importância da pureza e da restauração no relacionamento conjugal. Segundo ela, mesmo que um casal tenha oficializado o casamento posteriormente, se houve relação sexual antes da aliança ser firmada, isso ainda é considerado pecado diante de Deus.
Para lidar com essa situação, a pastora propõe um caminho de restauração espiritual que ela chama de "processo estaca zero". Nesse processo, o casal decide, voluntariamente, se separar por um período, podendo ficar em casas diferentes ou em quartos separados, com o objetivo de buscar uma restauração profunda no relacionamento com Deus e entre si. Durante esse tempo, cada um trabalha individualmente em sua vida espiritual, para que o amor, o respeito, o desejo e a atração perdidos no casamento possam ser resgatados.
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Esse processo não depende apenas da orientação pastoral, mas também de uma decisão sincera do casal em se arrepender diante de Deus. Sarah Sheeva destaca que tudo o que foi feito fora da vontade divina, antes da aliança matrimonial, precisa ser confessado e abandonado como sinal de arrependimento no mundo espiritual. Ela reforça que esconder o pecado não resolve, pois tanto Deus quanto os seres espirituais, anjos e demônios, têm conhecimento da verdade.
A pastora também explica que, para que um casamento seja pleno sob a perspectiva bíblica, é necessário atender a três requisitos. O primeiro é o casamento civil, diante da lei dos homens, realizado perante um juiz. O segundo é a celebração espiritual, por meio de um culto ou cerimônia conduzida por um pastor ou líder espiritual, reconhecendo a união diante de Deus. O terceiro, e igualmente importante, é a consumação da união através da relação sexual. Segundo ela, se este último requisito não for cumprido, os dois anteriores podem ser invalidados, tornando possível a anulação do casamento.
Por fim, Sarah Sheeva alerta que o casamento civil, por si só, não é











