“Nem cajado levei” (BOM DIA AMIGO 4389 | Israel Belo de Azevedo)
“Nem cajado levei”
(BOM DIA AMIGO 4389 | Israel Belo de Azevedo)
“Deus não enviou uma multidão de anjos celestiais para cumprir seu propósito majestoso, mas Ele enviou um bebê pequeno, terno e indefeso na pessoa de seu filho”.
(Billy Graham, 1918-2018)
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Nunca me esquecerei.
Eu e meus colegas fazíamos nosso trabalho e nos revezávamos nos turnos que combinávamos por causa do frio; enquanto uns dormíamos, outros vigiávamos.
Mesmo enfiados em nossos agasalhos de pobre, precisávamos acender algum fogo perto. Por isso, fazíamos um grupo aqui, outro ali.
Em meu grupo, naquela noite, éramos sete.
Sempre gostei desse número. Minha mãe me ensinou que ele indica a perfeição do Deus Eterno, para que nós a busquemos. Será que é por isso que tenho sete filhos?
Devia ser meia-noite e nevava. Não dava para ver as poucas casas iluminadas dos ricos de Jerusalém. (Na nossa cidade, de pobres, nenhuma casa ficava iluminada durante a noite.)
Devia ser meia-noite, quando um clarão acendeu o campo, que as pessoas chamam de “campo dos pastores”.
No meio do clarão sobre uma pedra grande, apareceram quatro anjos em pé, como se fossem mensageiros de um rei.
Um deles falou palavras que pouco entendi.
Compreendi que devíamos ir até Belém, porque tinha nascido lá o Salvador do mundo.
Fui. Os patrões que me desculpem.
Nem cajado levei.
“Em Belém, havia uma região de pastagem, onde os pastores moravam para cuidar dos rebanhos, dia e noite”. (Lucas 2.8 — Bíblia Prazer da Palavra)
Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo
@israelbelooficial
Israelbelo@gmail.com











