Isaías de Amoz, 1 (BOM DIA AMIGO 4342 | Israel Belo de Azevedo)


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Isaías de Amoz, 1
(BOM DIA AMIGO 4342 | Israel Belo de Azevedo)

“Talvez seja este o aprendizado mais difícil: manter o movimento permanente, a renovação constante, a vida vivida como caminho e mudança”.
(Maria Helena Kuhner, 1933-*)

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Entre os grandes escritores da humanidade, está o poeta Isaías de Amoz.
Em sua época (século 8 a.C.) e civilização (Oriente Médio), o gênero preferido dos autores era a poesia. Os pensadores eram poetas.
Como a poesia ainda não conhecia o recurso da rima, que predominaria por um milênio (entre os séculos 10 a 20 da era cristã) no Ocidente, as ideias eram apresentadas por intermédio de intensas metáforas ou comparações.
Uma coisa muito grande, por exemplo, é um navio num rio (Isaías 33.21).
A humanidade é frágil como uma erva (Isaías 40.6).
O Deus Eterno é um pastor que cuida do seu rebanho (Isaías 40.11).
As divindades dos povos vizinhos são ventos (Isaías 41.29).
A esperança é uma mulher grávida que grita de alegria em meio uma dor intensa (Isaías 54.1).
A própria experiência espiritual inicial de Isaías de Amoz, ocorrida num momento dramático na história do seu país (Israel do Sul), foi vivida em meio a comparações.
O poeta entrou no templo de Jerusalém e teve uma visão, cuja descrição é poesia que ainda hoje nos deslumbra (Isaías 8).

“O Deus Eterno restabelece as forças dos que nele confiam, / Para que voem como as águias, / Corram sem se cansar / E andem sem desanimar”. (Isaías 40.31 — Bíblia Prazer da Palavra)

Bom dia!!!!!!
Israel Belo de Azevedo 
@israelbelooficial 
Israelbelo@gmail.com

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