Falar de nossa mãe, 2/2 (BOM DIA AMIGO 3828 | Israel Belo de Azevedo)
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Falar de nossa mãe, 2/2
(BOM DIA AMIGO 3828 | Israel Belo de Azevedo)
“Algumas mães são carinhosas e outras são repreensivas, mas isso é amor do mesmo modo, e a maioria das mães beija e repreende ao mesmo tempo”.
(Pearl S. Buck, 1892-1973)
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Somos felizes quando de nossas mães bem falamos.
Falar de nossa mãe é aprender sobre a necessidade, a beleza, a profundidade, a riqueza, a felicidade, a fortaleza, a generosidade, a largueza, a longevidade, a delicadeza e a indispensabilidade dos afetos, que sentimos pelos nossos queridos por causa da inesquecível herança dela recebida como lição a guardar e praticar.
Falar de nossa mãe, se ela já partiu para a sua casa definitiva, é ter certeza que o pranto se transformará em soluços, depois em agradecidas lembranças, mesmo que o compasso da saudade nos faça hoje e amanhã chorar.
Falar de nossa mãe, com palavras de sentido novo, com lágrimas de sentimento antigo, com gratidão mergulhada em lembranças de lágrimas tristes ou sorrisos ternos, é, apesar dos riscos e das limitações, uma sublime tarefa a executar.
Falar de nossa mãe precisamos. É uma forma de agradecer ao Deus Eterno por elas. É um modo de pensar em quem somos e como aqui chegamos. É uma forma de as homenagear.
Por isso, essas palavras dizemos.
Por isso, por elas agradecemos.
“Eles se reuniam periodicamente no Salão de Cima para orar juntos. Algumas mulheres frequentavam sempre dos cultos. A mãe de Jesus (Maria) e os irmãos dele também participavam”. (Atos 1.14 — Bíblia “Prazer da Palavra”)
(Retomado de reflexão publicada em 2016)
Bom dia!
Israel Belo de Azevedo
@ israelbelooficial
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