POR QUE REPETIMOS PADRÕES?

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Fé e terapia precisam estar em lados opostos? Laís Keller entra em um dos assuntos que ainda geram resistência em parte do meio cristão e conversa sobre a importância de buscar ajuda diante de traumas, feridas emocionais e padrões que muitas vezes carregamos desde a infância. A partir de sua experiência com a psicanálise, ela fala sobre autoconhecimento, comportamentos repetidos, relacionamentos e a necessidade de compreender o que existe por trás das nossas reações.

A conversa também ganha um momento incrível de vulnerabilidade quando Stella conta como a necessidade de ser “a filha que não dá trabalho” contribuiu para seu perfeccionismo e como a terapia tem ajudado nesse processo. Uma reflexão sobre fé, saúde emocional, identidade e a coragem de reconhecer que nem sempre precisamos enfrentar tudo sozinhos. Procurar apoio profissional adequado pode fazer parte do cuidado com a saúde mental.

00:00 - Por que terapia ainda é um tabu para alguns cristãos?
00:33 - Fé, psicoterapia, psiquiatria e medicação
01:01 - Stella conta sua experiência com terapia
01:25 - Fé e terapia podem caminhar juntas?
02:14 - O que podemos descobrir revisitando o passado
02:39 - O que existe por trás de um comportamento?
03:06 - Depressão e ansiedade são falta de Deus?
03:46 - Por que repetimos padrões familiares?
04:27 - Quando uma dor conhecida vira uma prisão confortável
04:51 - Terapia como um recurso no processo de mudança
05:11 - Quem é você sem as funções que exerce?
05:35 - A “filha que não dá trabalho” e o perfeccionismo

Se você percebe que está carregando sozinho algo que precisa de cuidado, não tenha vergonha de pedir ajuda. Fé, bons relacionamentos e acompanhamento profissional adequado não precisam competir entre si.

Compartilhe este corte com alguém que precisa ouvir essa conversa, deixe seu like, inscreva-se no canal e conte nos comentários: você acredita que ainda existe preconceito contra terapia no meio cristão?

Convidada:
Laís Keller — @laisf.keller

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